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As moças da Companhia de Santa Joana d’Arc tiveram a boa ideia de traduzir e editar a bela vida em quadrinhos da sua padroeira. Este livrinho mostra a sua surpreendente e admirável vida.

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Preço: R$ 26,00

Descrição Completa

As moças da Companhia de Santa Joana d’Arc tiveram a boa ideia de traduzir e editar a bela vida em quadrinhos da sua padroeira. Este livrinho mostra a sua surpreendente e admirável vida. Mas para entender o quanto a sua ação foi importante é preciso olhar um pouco as circunstâncias daquele tempo. Em 1412, pouco mais de seiscentos anos atrás, nascia a pequena Jeanne de uma pobre família muito católica. A tranquilidade daquela noite fria escondia uma gravíssima crise. Era um momento especialmente confuso para toda a Cristandade. Em 1303 um rei da França chamado Felipe IV, o Belo, enfrentando o papa invadiu a Itália e chegando até onde ele estava, encontrou-o revestido dos paramentos pontifícios e lhe deu uma bofetada. Começava assim a rebeldia das nações contra a Igreja de Nosso Senhor. Como castigo por este terrível ato chamado “o atentado de Agnani” o rei ficará sem herdeiros, pois os seus três filhos homens morreram sem descendentes. Em 1314 morre o mesmo rei Felipe, o Belo. Dois nobres se apresentaram como sucessores do trono francês: por um lado Felipe de Valois, simples sobrinho do falecido rei, e por outro Eduardo III, rei da Inglaterra, que era neto direto de Felipe pela rainha Isabel. Os dois lados se enfrentaram em discussões que terminaram em batalhas. Ambos tinham uma certa dúvida sobre a própria legitimidade e não sabiam com certeza quem tinha realmente o direito à coroa francesa. Mas, mesmo assim, mantiveram suas pretensões e as batalhas se transformaram numa guerra sem fim. Essa será chamada a famosa “Guerra dos Cem Anos”. Ao mesmo tempo que a guerra destruía os campos e as cidades no norte da França, causando grande miséria e abrindo caminho para a desordem de bandidos e homens sem lei, começava a espalhar-se por toda a Europa uma terrível peste. Em 1348 foi declarada a peste geral, chamada por todos de “A Peste Negra”. As ondas de peste nas diferentes regiões devastavam a população de modo terrível. Em alguns lugares morreram 30%, noutros 50% da população. Em 1418 (nossa santa já era nascida e tinha seis anos), em Londres morreram 30 mil pessoas e em Paris, 50 mil. Por causa dessa situação tão lamentável da guerra e da peste, os campos ficaram despovoados e a falta de trabalhadores terminou fazendo com que faltasse o alimento em quase todas as partes. A carestia e a fome assolaram toda a Europa. Podemos imaginar a enorme confusão das almas numa situação como essa. Mas isso ainda não era o pior de tudo. Em 1378 o povo romano fez uma grande pressão sobre os cardeais que estavam reunidos no conclave para que fosse eleito um novo papa italiano. Escolheram a Urbano VI. Este novo papa quis fazer uma reforma na Cúria romana e corrigir a decadência que começava a se instaurar no clero, mas se lançou nessa reforma de modo agressivo e violento. Isso causou um desagrado geral. Um grupo de 13 cardeais franceses, dando como motivo que a pressão do povo tinha feito a eleição inválida, elegeram outro cardeal como papa: o anti-papa Clemente VII, que se instalou na cidade francesa de Avignon. Este foi o chamado “Grande Cisma do Ocidente”, que durou 39 anos. A cristandade toda se dividiu em dois bandos, e a união entre os reis católicos desapareceu. Cada conde, duque, nobre, monarca, cada um deles escolhia o Papa que lhe era mais favorável, que mais lhe convinha. Essa divisão invadiu todas as dioceses, mosteiros, universidades. E como consequência imediata instaurou-se em quase todo o clero uma grande decadência. Os vícios mais lamentáveis, a ignorância e graves erros doutrinais passaram a ser comuns entre os eclesiásticos. É no meio dessa catástrofe em que estava a Cristandade que Nosso Senhor escolheu a pequena Jeanne para restaurar a França como o reino católico que seria o fundamento contra a crise reinante. Dessa restauração da França dependia o futuro de toda a Europa católica.Joana D’Arc. Nós vivemos hoje numa crise muito pior que a daquele tempo! Podemos, então, pensar que se Nosso Senhor se serviu de Santa Joana D’Arc para lutar contra os inimigos da Cristandade daquele tempo, também se servirá dela agora. Se ela sem meios, sem formação, sem ajuda pôde cumprir o que Deus lhe tinha mandado naquele tempo e expulsar os exércitos ingleses, fazer coroar o rei francês e dar testemunho com o seu martírio diante dos eclesiásticos da Universidade de Paris, agora que ela está no céu e tem um grande poder junto ao Sagrado Coração de Jesus, certamente poderá interceder por nós e ajudar-nos a lutar contra os inimigos de Deus e da Igreja, e ajudar-nos a sermos fiéis à santa Igreja. Pe. Luiz Cláudio Camargo Capelão da Compainha Santa Joana D’Arc.

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Dom Marcel Lefebvre, não estará o senhor à beira de um cisma?

  • Esta é a pergunta que a si próprios fazem muitos católicos após saberem das últimas sanções tomadas por Roma contra nós. Na maioria dos casos, os católicos definem ou imaginam o Cisma como uma ruptura com o Papa. Não levam além sua indagação. Se o senhor vai romper com o Papa ou se o Papa vai romper com o senhor, temos pois um Cisma.

  • Porque romper com o Papa constitui um Cisma? Porque, onde está o Papa está a Igreja Católica. Logo seria apartar-se da Igreja Católica. Ora, a Igreja Católica é uma realidade mística que existe não apenas no espaço, sobre a superfície da terra, mas também no tempo e na eternidade. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja.Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível.

  • Quanto a nós, é o Concílio Vaticano II, suas reformas, suas orientações oficiais que nos preocupam, mais do que a atitude pessoal do Papa, mais difícil de ser perscrutada.

  • Este Concílio representa, tanto aos olhos das autoridades romanas quanto aos nossos, uma nova Igreja que, aliás, eles próprios chamam de Igreja Conciliar.

  • Cremos poder afirmar, atendo-nos à crítica interna e externa do Vaticano II, isto é, analisando os textos e estudando seus antecedentes e suas conseqüências que este Concílio, virando as costas para a Tradição e rompendo com o passado da Igreja, é cismático.

  • Um pacto de não-agressão foi firmado entre a Igreja e a maçonaria. É o que está mascarado pelas palavras "aggiornamento", "abertura para o mundo" ou "ecumenismo".

  • A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível.

  • Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio.

  • Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja?

  • Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário.