LIVRARIA CAPELA NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO

 

 

Verdadeiro clássico da literatura católica, escrito por Monsenhor Landriot, arcebispo de Reims, França, no século XIX. Esta obra é a compilação de 17º conferências comentando o capítulo 31 do livro de Provérbios, direcionado especificamente para as mulheres. Nesta obra clássica, Monsenhor Landriot aborda como deve ser o comportamento da mulher forte, segundo as Sagradas Escrituras. Mulheres empunhadas de coragem, força, inteligência e total dependência da graça de Deus, pois fora de Sua assistência sobrenatural, a fraqueza humana prevalece.

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Preço: R$ 65,00

Descrição Completa

O livro “A Mulher Forte”, é um verdadeiro clássico da literatura católica, escrito por Monsenhor Landriot, arcebispo de Reims, França, no século XIX. Esta obra é a compilação de 17º conferências comentando o capítulo 31 do livro de Provérbios, direcionado especificamente para as mulheres. Nesta obra clássica, Monsenhor Landriot aborda como deve ser o comportamento da mulher forte, segundo as Sagradas Escrituras. Convém ressaltar, que as revoluções sexuais prezam pela suposta “libertação do subjugo feminino”, descaracterizando a mulher de qualquer referência feminina anterior, gerando uma total inversão de valores. Essa ideologia tem norteado o inconsciente coletivo de maneira a provocar grandes estragos. Sobretudo nestes tempos confusos em que o caos parece dominar a humanidade, que se levantem mulheres dispostas a lutar pelo esquecido, desprezado e único meio de cumprir de fato a missão que lhes foi confiada desde o princípio. Mulheres empunhadas de coragem, força, inteligência e total dependência da graça de Deus, pois fora de Sua assistência sobrenatural, a fraqueza humana prevalece. Dessa forma, é importante compreender que lutar por igualdade no sentido que o movimento feminista propõe, desconstrói o arranjo inicial e, portanto, fere não só o Criador mas a própria humanidade, visto que o homem que atenta contra a sua inerente natureza de criatura, destrói suas possibilidades de felicidade e realização.

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Dom Marcel Lefebvre, não estará o senhor à beira de um cisma?

  • Esta é a pergunta que a si próprios fazem muitos católicos após saberem das últimas sanções tomadas por Roma contra nós. Na maioria dos casos, os católicos definem ou imaginam o Cisma como uma ruptura com o Papa. Não levam além sua indagação. Se o senhor vai romper com o Papa ou se o Papa vai romper com o senhor, temos pois um Cisma.

  • Porque romper com o Papa constitui um Cisma? Porque, onde está o Papa está a Igreja Católica. Logo seria apartar-se da Igreja Católica. Ora, a Igreja Católica é uma realidade mística que existe não apenas no espaço, sobre a superfície da terra, mas também no tempo e na eternidade. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja.Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível.

  • Quanto a nós, é o Concílio Vaticano II, suas reformas, suas orientações oficiais que nos preocupam, mais do que a atitude pessoal do Papa, mais difícil de ser perscrutada.

  • Este Concílio representa, tanto aos olhos das autoridades romanas quanto aos nossos, uma nova Igreja que, aliás, eles próprios chamam de Igreja Conciliar.

  • Cremos poder afirmar, atendo-nos à crítica interna e externa do Vaticano II, isto é, analisando os textos e estudando seus antecedentes e suas conseqüências que este Concílio, virando as costas para a Tradição e rompendo com o passado da Igreja, é cismático.

  • Um pacto de não-agressão foi firmado entre a Igreja e a maçonaria. É o que está mascarado pelas palavras "aggiornamento", "abertura para o mundo" ou "ecumenismo".

  • A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível.

  • Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio.

  • Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja?

  • Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário.