LIVRARIA CAPELA NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO

 

 

Durante 22 anos, entre 1968 e 1990, a Revista Permanência levou a todo o Brasil a doutrina católica íntegra e pura. Numa época em que os desmandos do Concílio Vaticano II tentavam arrastar e destruir toda a Tradição, nossa pequena Revista insistia em falar a linguagem dos santos e dos doutores católicos. Apresentamos o número 265 com muitos artigos.

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Preço: R$ 30,00

Descrição Completa


Continuando a denúncia das perseguições contra os católicos, apresentamos agora um artigo do americano Robert Spencer sobre a atual perseguição religiosa no mundo islâmico. O sangue católico continua a regar o solo da terra.
No artigo Por que a Rússia? D. Lourenço Fleichman procura novas razões para a escolha de Nossa Senhora em consagrar a Rússia ao seu Imaculado Coração.
Garrigou-Lagrange é novamente nosso convidado para uma aula de teologia, em O Dever da Reparação. A rubrica Espiritualidade é a mais rica desse número, tendo ainda a primeira parte do trabalho do Pe. José Maria Mestre, do Seminário da Fraternidade S. Pio X na Argentina, sobre o Sermão da Última Ceia. São Leonardo de Porto Maurício nos apresenta uma profunda meditação para a Via Sacra. Santo Tomás de Aquino continua seus comentários sobre os salmos, dessa vez com o impressionante Salmo 2, que fala sobre as nações que abandonam a Nosso Senhor. Pe. Luiz Cláudio Camargo, Prior da Fraternidade São Pio X em Santa Maria, RS, dá o tom da espiritualidade de penitência do tempo quaresmal no artigo Media Vita.
Gustavo Corção analisa de modo apaixonado e lírico as forças interiores que o levaram a escrever seu premiado romance Lições de Abismo e outra prata da casa aparece na reedição do artigo de Antônio Hernandez, que nos honrou com sua amizade e com seus altos conhecimentos de música.
Recensões de A Ilusão Liberal, de Louis Veuillot e Sete Mentiras sobre a Igreja Católica, de Diane Moczar. Ambos podem ser encontrados em nossa loja.
• A PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA NO MUNDO ISLÂMICO – Robert Spencer.
• POR QUE A RÚSSIA? – Dom Lourenço Fleichman.
• O DEVER DE REPARAÇÃO – Réginald Garrigou-Lagrange, O. P.
• O SERMÃO DA ÚLTIMA CEIA – Pe. José Maria Mestre.
• EXERCÍCIOS PRÁTICOS PARA A VIA SACRA – São Leonardo de Porto-Maurício.
• COMENTÁRIO DE SANTO TOMÁS AO SALMO 2 – Dom Lourenço Fleichman O.S.B.
• MEDIA VITA – Pe. Luís Cláudio Camargo.
• LIÇÕES DE ABISMO – Gustavo Corção.
• ENTRE A MASSIFICAÇÃO DA CULTURA E A AMPLIAÇÃO DAS ELITES – Antônio Hernandez.
• RECENSÃO: A Ilusão Liberal e Sete mentiras sobre a Igreja Católica.

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Dom Marcel Lefebvre, não estará o senhor à beira de um cisma?

  • Esta é a pergunta que a si próprios fazem muitos católicos após saberem das últimas sanções tomadas por Roma contra nós. Na maioria dos casos, os católicos definem ou imaginam o Cisma como uma ruptura com o Papa. Não levam além sua indagação. Se o senhor vai romper com o Papa ou se o Papa vai romper com o senhor, temos pois um Cisma.

  • Porque romper com o Papa constitui um Cisma? Porque, onde está o Papa está a Igreja Católica. Logo seria apartar-se da Igreja Católica. Ora, a Igreja Católica é uma realidade mística que existe não apenas no espaço, sobre a superfície da terra, mas também no tempo e na eternidade. Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja.Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível.

  • Quanto a nós, é o Concílio Vaticano II, suas reformas, suas orientações oficiais que nos preocupam, mais do que a atitude pessoal do Papa, mais difícil de ser perscrutada.

  • Este Concílio representa, tanto aos olhos das autoridades romanas quanto aos nossos, uma nova Igreja que, aliás, eles próprios chamam de Igreja Conciliar.

  • Cremos poder afirmar, atendo-nos à crítica interna e externa do Vaticano II, isto é, analisando os textos e estudando seus antecedentes e suas conseqüências que este Concílio, virando as costas para a Tradição e rompendo com o passado da Igreja, é cismático.

  • Um pacto de não-agressão foi firmado entre a Igreja e a maçonaria. É o que está mascarado pelas palavras "aggiornamento", "abertura para o mundo" ou "ecumenismo".

  • A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível.

  • Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio.

  • Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja?

  • Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário.