Durante 22 anos, entre 1968 e 1990, a Revista Permanência levou a todo o Brasil a doutrina católica íntegra e pura. Numa época em que os desmandos do Concílio Vaticano II tentavam arrastar e destruir toda a Tradição, nossa pequena Revista insistia em falar a linguagem dos santos e dos doutores católicos. Apresentamos, nesta nova fase, o número 286.

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Descrição Completa


Neste número 286, do Tempo de Pentecostes, a Revista Permanência volta a tratar no Editorial da questão do centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima. No mesmo tema, o padre Labouche FSSPX, escreve sobre a santidade de Francisco e Jacinta Marto. Transcrevemos também uma conferência de Dom Lourenço Fleichman OSB sobre Galileu Galilei e suas relações com a ciência e com a Igreja Católica; faz eco a esta conferência o artigo de Gustavo Corção: “Mobilidade e Imobilidade”; outra conferência transcrita é de Antônio Caetano, que trata do subjetivismo de Kant, numa linguagem simples e cativante. Dois artigos tratam de temas sobre a guerra. O Pe. Marziac comenta os atuais atentados contra os católicos na Europa, considera que estamos diante da 3ª guerra mundial, e relaciona este fato com os erros do Concílio Vaticano II. Mons. Henri Delassus, trata do tema da guerra, mas relaciona mais com a 1ª guerra mundial. Fecha a pauta um sermão de Bossuet sobre a ambição. 166 páginas.
• CENTENÁRIO DE FÁTIMA – Editorial
• GALILEU, A CIÊNCIA E A IGREJA CATÓLICA – Dom Lourenço Fleichaman OSB
• O CASO KANT – Antônio Caetano
• A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL E O REINADO DE CRISTO – Pe. Jean-Jacques Marziac.
• A GUERRA – Mons. Henri Delassus.
• SERMÃO SOBRE A AMBIÇÃO – Jacques-Benigne Bossuet.
• FRANCISCO E JACINTA – Pe. Bertrand Labouche, FSSPX.
• MOBILIDADE E IMOBILIDADE – Gustavo Corção.
• CALENDÁRIO LITÚRGICO.

“Permanência constitui uma dramática exceção. É uma das raras, raríssimas revistas católicas feitas por católicos e não pelos inimigos da Igreja. Vive e sobrevive graças ao esforço abnegado e solitário de uma meia dúzia. E, sem meios promocionais, é pouquíssimo conhecida. Imagino que você, milionário, diga: ”Eu nunca a li.” E outros dirão: “Nem eu, nem eu.” Não importa que ninguém a tenha lido. Mesmo sem um único leitor, Permanência precisa existir, continuar, não morrer.” (Nelson Rodrigues)

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